quinta-feira, 2 de junho de 2011

0 Campanha do Leite NAN


O Departamento de Promoção Social do CELE solicita a contribuição de seus frequentadores, para a doação de uma lata leite NAN 1 ou NAN 1 - Confort.

Este alimento será doado para crianças assistidas pelo Centro Espírita Luz Eterna e que, por prescrição médica, têm necessidade deste tipo específico de alimento em sua dieta.

Vamos auxiliar aqueles que não possuem condições, nossos irmãos necessitados.

Agradecemos imensamente sua contribuição.

Deus esteja conosco!

0 Reunião da Mocidade - 04/06/2011 - Tema: O ABORTO


“Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando" 
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O Livro dos Espíritos, item n.358.

O direito de viver é o primeiro grande direito natural do homem. Nenhuma pessoa possui o direito ou o poder de tirar ou atentar à vida de um ser, ou mesmo ameaçar qualquer circunstância que garanta sua sobrevivência. O aborto é um crime nefando, porque praticado contra um inocente indefeso; o produto da concepção está vivo, e tem o direito Divino de continuar vivendo e de nascer. 

Após o abortamento, mesmo quando acobertado pela legislação humana, o Espírito rejeitado pode voltar-se contra a mãe e todos aqueles que se envolveram na interrupção da gravidez. Daí dizer Emmanuel (Vida e Sexo, psicografado por Francisco C. Xavier): “Admitimos seja suficiente breve meditação, em torno do aborto delituoso, para reconhecermos nele um dos fornecedores das moléstias de etiologia obscura e das obsessões catalogáveis na patologia da mente, ocupando vastos departamentos de hospitais e prisões”.

Pessoas envolvidas com o ato do aborto desajustam energias psicossomáticas com intenso desequilíbrio,  implantando nos tecidos da própria alma a semente de males que surgirão a tempo certo, o que ocorre não só porque o remorso lhes ressoa no ser mas também porque assimilam, inevitavelmente, as vibrações de angústia e desespero, de revolta e vingança do espírito destinado àquela encarnação.

Não podemos fugir da nossa consciência, nem pretextar ignorância das Leis Morais pois elas estão aí impressas, e quando se pratica este tipo de crime, despertase o sentimento de culpa, o arrependimento e às vezes o remorso, a nos perseguir por toda vida física e extrafísica. O arrependimento é a antesala da reabilitação, e quando dinâmico, canalizado para ações construtivas, pode levar, via reforma íntima e trabalho regenerador, e não raro espelhado na adoção, a minimização de nossas faltas. O remorso é a lamentação interior inoperante, completamente estático, que como um ácido corrói o recipiente onde é guardado, provocando a viciação mental, a mente em desarmonia, que é porta aberta aos processos obsessivos.

Fiquemos com a reflexão do mestre Chico Xavier, explanando sobre o caso no programa Pinga Fogo (1972), TV TUPI:


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QUESTÃO PARA REFLEXÃO: Haverá algum caso em que o ato abortivo não é condenável?

quarta-feira, 1 de junho de 2011

0 Os espíritas


Quando entrares num Centro Espírita, não esperes encontrar pessoas com alto grau de santidade, que já venceram todas as paixões do mundo.

Não aguardes deparar com sumidades do conhecimento que desfrutam de inteligência priveligiada para comentar com profundidade todos os temas propostos.

Não julgues tratar com elementos que já têm a vida acomodada pelo sucesso financeiro ou com facilidades profissionais.

Não penses que não tenham problemas familiares a serem vencidos e compromissos de reajustamento com muita almas que lhes desfrutam a intimidade doméstica

Não conclua que são os felizes da Terra, que já grangearam méritos para se colocarem, no dia a dia, acima das vicissitudes.

Mas uma coisa tenhas certeza; que aqueles que aí professam o verdadeiro mandato, dentro dos postulados do espiritismo, têm a dar muito amor e compreensão para minimizar os sofrimentos alheios e a devida paciência e determinação para superarem as dificuldades da vida e darem, a mãos cheias, o estímulo e o carinho que faz com que todos que entram no Centro Espírita se sintam acolhidos e irmãos de uma mesma batalha - a renovação interior.

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Amália, 01/07/2004. 
Psicografia por Célio Trujillo Costa
Centro Espírita Luz Eterna

0 Calendário de Aulas - COEM - Junho/2011

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JUNHO/2011
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01/06 | (5ª Prática) Prece | [Moacir Pinotti] 
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08/06 | (6ª Teórica) Das manifestações visuais | [Carlos Parchen]
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15/06 | (6ª Prática)   Prece | [Márcia Wellner]
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22/06 | Correção dos testes 3 e 4 | [Síntese de fase]
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29/06 | (7ª Teórica)  Desenvolvimento mediúnico | [Eduardo Cruz]
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0 ESCALA DE PALESTRAS - Junho 2011






JUNHO/2011


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TERÇAS-FEIRAS - 20 HORAS - Grande auditório
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Dia 07 - Os poderes da mente - Eduardo Cruz.
Dia 14 - Espiritismo, meio ambiente e sustentabilidade - Ziole Malhadas.
Dia 21 - Mediunidade e espiritismo - Nilson Nazareno.
Dia 28 - Mundo em transição - Neuton M. Albach. 


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TERÇAS-FEIRAS - 20 HORAS - Pequeno auditório
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Dia 07 - Princípios fundamentais da Doutrina Espírita - Moacir Pinotti.
Dia 14 - O poder da oração - Iliana Ostan.
Dia 21 - A família na visão espírita - Nélida Heidemann.
Dia 28 - Perdão: porta aberta para o reequilíbrio - Márcia Hellner. 


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TERÇAS-FEIRAS - 14 HORAS
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Dia 07 - Deus na visão espírita - Zeneida Luczinski.
Dia 14 - Os poderes da mente - Eduardo Cruz.
Dia 21 - Espiritismo, meio ambiente e sustentabilidade - Ziole Malhadas.
Dia 28 - Mundo em transição - Neuton M. Albach. 


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QUARTAS-FEIRAS - 14 HORAS
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Dia 01 Vinde a mim todos vós que estão aflitos - Norma Sartori.
Dia 08 - Reencarnação e progresso Aura Vucanis.
Dia 15 - Princípios fundamentais da Doutrina Espírita - Leide Fagundes.
Dia 22 - O sono e os sonhos - Iliana Osten.
Dia 29 - A família na visão espírita - Nélida Heidemann.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

0 Espiritismo já foi crime no Brasil

Espiritismo era crime no Código Penal de 1890, punido com até 6 meses de prisão.


Artigo 157 também previa multa de até 500 mil réis.


Espíritas foram autuados por "atentar contra a saúde pública".



Contradições                         

Na primeira Carta republicana, promulgada em fins de fevereiro de 1891, o artigo 72 previa que “todos os indivíduos e confissões religiosas podem exercer pública e livremente o seu culto”.

Um ano antes, um decreto (o 119-A) já instituía plena liberdade religiosa: “É prohibido à autoridade federal, assim como à dos Estados federados, expedir leis, regulamentos, ou actos administrativos, estabelecendo alguma religião, ou vedando-a, e crear differenças entre os habitantes do paiz, ou nos serviços sustentados à custa do orçamento, por motivo de crenças, ou opiniões philosophicas ou religiosas”.

Mas entre uma norma e outra, em 1890 o Código Penal tornou o espiritismo, por não considerá-lo uma religião, assunto para delegacias de polícia. “Praticar o espiritismo, a magia e seus sortilegios, usar de talismans e cartomancias para despertar sentimentos de odio ou amor, inculcar cura de molestias curaveis ou incuraveis, emfim, para fascinar e subjugar a credulidade publica [art. 157, na grafia da época]” era crime punível com “prisão cellular por um a seis mezes e multa de 100$000 a 500$000 [100 mil a 500 mil réis]”.

“Prisão celular” é o mesmo que privação de liberdade, em regime fechado, cumprida em penitenciária. A multa máxima correspondia a cerca de US$ 270 pelo câmbio de 1890. Os efeitos práticos desse artigo se estenderam até a década de 1960 (mesmo com as alterações do Código de 1940, vigente até hoje).

A norma – que associa o espiritismo a rituais de magia e adivinhações – refletia a pressão do clero católico, dos positivistas e até mesmo da classe médica, “temerosa da disseminação sem controle do curandeirismo”.

Por outro lado, os espíritas também foram usados como bodes expiatórios para diminuir a oposição do catolicismo ao novo regime, causada pelo desatrelamento entre a Igreja e o Estado. Em consequência do novo Código Penal, vários espíritas foram presos a partir de 1891. Em muitos processos, foram acusados de “atentar contra a saúde pública”.

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Notícia publicada em 02/04/2010
Portal G1 / Globo.com

0 Divórcio


Divórcio, edificação adiada, resto a pagar no balanço do espírito devedor. Isso geralmente porque um dos cônjuges, sócio na firma do casamento, veio a esquecer que os direitos na instituição doméstica somam deveres iguais. 

A Doutrina Espírita elucida claramente o problema do lar, definindo responsabilidades e entremostrando os remanescentes do trabalho a fazer, segundo os compromissos anteriores em que marido e mulher assinaram contrato de serviço, antes da reencarnação. 

Dois espíritos sob o aguilhão do remorso ou tangidos pelas exigências da evolução, ambos portando necessidades e débitos, combinam encontro ou reencontro no matrimônio, convencidos de que união esponsalícia é, sobretudo, programa de obrigações regenerativas. 

Reincorporados, porém, na veste física, se deixam embair pelas ilusões de antigos preconceitos da convenção social humana ou pelas hipnoses do desejo e passam ao território da responsabilidade matrimonial, quais sonâmbulos sorridentes, acreditando em felicidade de fantasia como as crianças admitem a solidez dos pequeninos castelos de papelão. 

Surgem, no entanto, as realidades que sacodem a consciência. 

Esposo e esposa reconhecem para logo que não são os donos exclusivos da empresa. Sogro e sogra, cunhados e tutores consangüíneos são também sócios comanditários, cobrando os juros do capital afetivo que emprestaram, e os filhos vão aparecendo na feição de interessados no ajuste, reclamando cotas de sacrifício. 

O tempo que durante o noivado era todo empregado no montante dos sonhos, passa a ser rigorosamente dividido entre deveres e pagamentos, previsões e apreensões, lutas e disciplinas e os cônjuges desprevenidos de conhecimento elevado, começam a experimentar fadiga e desânimo, quanto mais se lhes torna necessária a confiança recíproca para que o estabelecimento doméstico produza rendimento de valores substanciais em favor do mundo e da vida do espírito. 

Descobrem, por fim, que amar não é apenas fantasiar, mas acima de tudo, construir. E construir pede não somente plano e esperança, mas também suor e por vezes aflição e lágrimas. 

Auxiliemos, na Terra, a compreensão do casamento como sendo um consórcio de realizações e concessões mútuas, cuja falência é preciso evitar. 

Divulguemos o princípio da reencarnação e da responsabilidade individual para que os lares formados atendam à missão a que se destinam. 

Compreendamos os irmãos que não puderem evitar o divórcio porquanto ignoramos qual seria a nossa conduta em lugar deles, nos obstáculos e sofrimentos com que foram defrontados, mas interpretemos o matrimônio por sociedade venerável de interesses da alma perante Deus. 

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André Luiz / Waldo Vieira
Página do livro: Sol nas Almas

0 Reunião da Mocidade - 28/05/2011 - Tema: Vícios

As pessoas que alimentam vícios fazem mal a si mesmas.

Todos sabem que os vícios são prejudiciais à saúde e nós temos o dever de cuidar do corpo, que é instrumento da nossa evolução. Quando nos descuidamos da saúde e não tratamos devidamente do corpo; quando desenvolvemos vícios ou praticamos excessos de qualquer natureza, ao chegarmos no mundo espiritual, através da morte, podemos ser considerados suicidas inconscientes e sofreremos com essa situação.

Se os vícios produzem perturbações e sofrimentos aqui na Terra, pior será depois do desencarne (morte), porque eles se enraízam no corpo espiritual (perispírito). Esse corpo é semelhante ao físico, aliás, é a sua matriz. Pelo que dizem os espíritos, durante a gestação a formação do feto é orientada pelos moldes existentes na mente da gestante, pelos fatores genéticos e, principalmente, pelo modelo perispiritual do próprio reencarnante. Nesse detalhe está a explicação para muitas doenças e deformidades congênitas.

Informam ainda que, ao desencarnar uma pessoa viciada, seu vício não se acaba junto com o corpo carnal e, na outra dimensão, ou seja, no mundo espiritual, seus desejos se tornam muito mais intensos porque o perispírito, livre do corpo de carne que o abafa, é um organismo de grande sensibilidade. Assim, o desejo de saciar o vício transforma-se em verdadeira tortura.

Muitos espíritos de viciados acabam encontrando maneiras verdadeiramente abjetas de se saciarem através de pessoas encarnadas que se entregam aos mesmos prazeres. Nesses casos, alguém que foi viciado, digamos em álcool, aproxima-se do beberrão encarnado, encosta-se nele, envolve-se com ele de maneira a conseguir sugar a parte etérica do álcool e assim, de certa forma, saciar seu próprio desejo. É por isso que muitas pessoas bebem até cair, num descontrole total, sem forças para vencer o vício. É verdade também que no caso dos alcoólatras há sempre um comprometimento de vidas passadas, que deixou seus perispíritos com esse tipo de predisposição.

O mesmo acontece com relação ao fumo, às drogas e até mesmo ao sexo.

Mas, há também os vícios de natureza moral, tais como a inveja, a cobiça, o egoísmo, o desamor, a leviandade, a desonestidade, a crueldade, a mentira e tantos outros, que geram sofrimentos depois da morte, por reterem seus portadores em zonas inferiores do mundo espiritual.

É, pois, muito importante libertar-se de todo tipo de viciações o quanto antes, trabalhando pela reforma interior, para que o retorno ao mundo espiritual pelas portas da morte, venha a ser uma ocorrência feliz, podendo reencontrar velhas amizades e desfrutar da paz e da felicidade que as dimensões espirituais mais elevadas proporcionam.

Mas isto não significa que alguém deva viver à parte do mundo, sem cultivar prazeres. Estes são muito importantes porque, junto com a satisfação das necessidades elementares da existência, formam o mais forte instrumento ou alavanca da vida e da própria evolução. A necessidade empurra e o prazer atrai. O que mais motiva o ser humano nos seus passos, em suas ações, se não a necessidade e o prazer?

Os prazeres, na verdade, são forças da vida que nos impulsionam para o progresso material. Mas, como em tudo, é preciso ver quais beneficiam e quais prejudicam. Isto me faz mal? Pode me prejudicar aqui na Terra ou no mundo espiritual depois do meu retorno para lá? Pode prejudicar outras pessoas ou lhes trazer algum tipo de sofrimento? Pode trazer prejuízos à natureza, ao meio ambiente?

O importante é saber analisar e definir quais os prazeres prejudiciais e quais aqueles que não prejudicam a nós mesmos, ao próximo ou qualquer outro segmento da vida, para que não se transformem em causas para sofrimento, gerando karma negativo.

Os outros, os que não fazem mal, são alavancas a levantarem nossas forças e a nos darem alegria de viver.

Fomos criados para sermos felizes.

Os problemas da vida podem ser comparados a um barbante cheio de nós que é preciso desmanchar, deixando-o liso. Se você começar a dar puxões nesse barbante só vai apertar cada vez mais esses nós, não é verdade?

Mas se passar a desmanchá-los pacientemente, um por um, logo terá todos desatados e o barbante liso.

Com os problemas é a mesma coisa.

Se ficamos nervosos, irritados, agressivos, só conseguimos piorar a situação.

Mas se nos munimos de paciência e começamos a trabalhar com fé, sabedoria e equilíbrio logo teremos conseguido solucioná-los.

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Saara Nousiainen
Do Livro: “A Título de Esclarecimento”


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QUESTÃO PARA REFLEXÃO: O vício é uma questão da substância, da atividade, ou do abuso destas? O uso de drogas lícitas, de maneira desenfreada, deve ser tratada como o vício em drogas não-lícitas?

quarta-feira, 18 de maio de 2011

0 Reunião Administrativa - 27/05/2011


A Presidente do Centro Espírita Luz Eterna, tendo em vista as atribuições que lhe são conferidas, convoca o Conselho Deliberativo, a Diretoria Executiva e Departamentos para a 5ª Reunião Administrativa a ser realizada no dia 27 de maio de 2011 (sexta-feira), as 20h, nas dependências do CELE.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

6 O que significa a "cepa" de " O Livro dos Espíritos"?

"Porás no cabeçalho do livro a cepa que te desenhamos, porque é o emblema do trabalho do Criador. Aí se acham reunidos todos os princípios materiais que melhor podem representar o corpo e o espírito. O corpo é a cepa; o espírito é o licor; a alma ou espírito ligado à matéria é o bago. O homem quintessencia o espírito pelo trabalho e tu sabes que só mediante o trabalho do corpo o Espírito adquire conhecimentos".

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Allan Kardec
Prolegômenos de O Livro dos Espíritos


O ramo da videira é a imagem perfeita da relação espírito-matéria. Neste ramo estão os princípios fundamentais da Doutrina Espírita, ou seja, a união do espírito ao corpo físico, através do perispírito. O corpo é a rama da videira, a alma ou espírito unido à matéria é a uva e o espírito é o líquido dentro da uva, seu suco. Através do trabalho, o ser humano transforma o suco em vinho, ou seja, a destila, retira sua quintessência, transforma o espírito em um espírito do mais alto grau, superior, evoluído.

Ressalta-se que esta imagem possui como objetivo apenas alegoria; metáfora do que é a obra Divina, e não possui nenhum caráter "sagrado" à doutrina.
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